Mais Jesus, Menos Satanás
Em muitas igrejas evangélicas, sobretudo pentecostais e neopentecostais, percebemos a existência pujante de uma síndrome de perseguição. Em outros termos, mas sem correr qualquer risco de cometer um reprovável exagero, vemos um triste hábito entre os irmãos de mencionar mais Satanás que o próprio Jesus no dia a dia e durante os cultos religiosos. De um lado, a Bíblia é clara e contundente ao afirmar que não devemos lutar contra pessoas, mas contra as potestades espirituais encabeçadas por Satanás (Efésios 6:12). Por meio de um agir em seus pormenores encoberto à nossa compreensão, o verdadeiro inimigo é referido nas Escrituras como o pai da mentira por ter se valido de uma inverdade para induzir Eva a pecar contra Deus no Éden. Além disso: Afligiu a Jó, despojando-lhe dos bens, filhos e saúde (Jó 1) – com a permissão de Deus; Tentou ao Senhor Jesus qua...